Orquídea, minha flor favorita.
Alguns podem olhar para uma flor e
dizer: É apenas uma flor, pétalas, sépala, caule, folhas, algumas vezes
espinhos, raiz. Mas qualquer flor é muito mais do que isso!
E as
orquídeas… ah, quanto mistério essa belissima flor esconde. Admiro
muitas flores, das mais simples às mais coloridas, mas nenhuma delas
chama a minha atenção como uma intrigante Orquídea. Posso passar um bom
tempo fotografando Orquídeas, são flores fotogênicas. E a cada flash,
uma nova beleza, um novo misério, que eu não sei explicar.
Sei que são flores lindas e elegantes. Rementem ao amor, a beleza, o luxo e a força.
Um
dos mais lindos presentes que já ganhei, foi uma Orquídea, linda
demais. Imagine ganahr um Orquídea de surpresa! A flor que eu amo, da
pessoa que eu amo!
ORGULHO DOS ITABIRANOS - FUNDAÇÃO CULTURAL CARLOS DRUMOND DE ANDRADE EM ITABIRA-MG – Meio ambiente: semear ideias ecológicas e plantar sustentabilidade é ter a garantia de colhermos um futuro fértil e consciente. A sabedoria da natureza é tal que não produz nada de supérfluo ou inútil - Memória O mundo é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar. Carlos Drummond de Andrade
sábado, 20 de maio de 2017
segunda-feira, 8 de maio de 2017
Oncidium Equitante
Mãe
Renovadora e reveladora do mundo
A humanidade se renova no teu ventre.
Cria teus filhos,
não os entregues à creche.
Creche é fria, impessoal.
Nunca será um lar
para teu filho.
Ele, pequenino, precisa de ti.
Não o desligues da tua força maternal.
Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino
de ser mãe
Em ti está presente a humanidade.
Mulher, não te deixes castrar.
Serás um animal somente de prazer
e às vezes nem mais isso.
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.
Tumultuada, fingindo ser o que não és.
Roendo o teu osso negro da amargura.
Cora Coralina
Renovadora e reveladora do mundo
A humanidade se renova no teu ventre.
Cria teus filhos,
não os entregues à creche.
Creche é fria, impessoal.
Nunca será um lar
para teu filho.
Ele, pequenino, precisa de ti.
Não o desligues da tua força maternal.
Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino
de ser mãe
Em ti está presente a humanidade.
Mulher, não te deixes castrar.
Serás um animal somente de prazer
e às vezes nem mais isso.
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.
Tumultuada, fingindo ser o que não és.
Roendo o teu osso negro da amargura.
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