ORGULHO DOS ITABIRANOS - FUNDAÇÃO CULTURAL CARLOS DRUMOND DE ANDRADE EM ITABIRA-MG – Meio ambiente: semear ideias ecológicas e plantar sustentabilidade é ter a garantia de colhermos um futuro fértil e consciente. A sabedoria da natureza é tal que não produz nada de supérfluo ou inútil - Memória O mundo é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar. Carlos Drummond de Andrade
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
Catlleya Hibrido.
Poderíamos nos contentar simplesmente com a
contemplação da natureza, sensação agradável do Sol da manhã, canto de
pássaros, noites amenas, mas não, queremos acordar a natureza das
palavras, dar-lhes voz e brilho. Saudar a Primavera com imagens e
emoções adormecidas no silêncio do Inverno. E com a Primavera abrem-se
os livros, brotam da gavetas os poemas que hibernavam e os poetas podem
enfim cantar.
terça-feira, 18 de julho de 2017
Catlleya Alba
ORQUIDEAS fazem parte do jogo de conquista...
Fazem bem á vista... conquistam o coração.
Provocam na pessoa amada uma doce sensação,
deixando-a pronta para o amor.
Quando assim for,
e uma orquídea receber,
ela sentirá mais forte o desejo crescer...
Sentirá o carinho de seu amado,
percebendo-o apaixonado...
E quando ambos se encontrarem,
e se abraçarem... cheios de desejo se beijarem,
irão se entregar às delícias de um amor apaixonado...
um carinho desejado...
e assim... duas pessoas que ama... uma orquídea,
quadro perfeito para as delícias do amor...
Fazem bem á vista... conquistam o coração.
Provocam na pessoa amada uma doce sensação,
deixando-a pronta para o amor.
Quando assim for,
e uma orquídea receber,
ela sentirá mais forte o desejo crescer...
Sentirá o carinho de seu amado,
percebendo-o apaixonado...
E quando ambos se encontrarem,
e se abraçarem... cheios de desejo se beijarem,
irão se entregar às delícias de um amor apaixonado...
um carinho desejado...
e assim... duas pessoas que ama... uma orquídea,
quadro perfeito para as delícias do amor...
sábado, 3 de junho de 2017
Orquídea Blc. Nobile's Bruno Bruno
As
orquídeas cuja nomenclatura apresenta as iniciais BLC são aquelas
derivadas do cruzamento entre Brassavola, Laelia e Cattleya.
Cattleya,
por exemplo, é um gênero de orquídeas de flores belíssimas, de tamanho
grande, muito chamativa e vistosa, de cores com tonalidades intensas e
mescladas, de belos formatos, muito popular, e com inúmeros híbridos.
Na
natureza existem cerca de 60 espécies puras de Cattleya, dispersas
pelas florestas tropicais da América Latina, do México até a Argentina,
algumas espécies vivendo em áreas mais secas, submetidas a mais
insolação, outras em áreas mais sombreadas e úmidas, crescem desde o
nível do mar até dois mil metros de altitude, adaptam-se a praticamente
todos os climas latino americanos exceto áreas desérticas ou geladas.
As
Cattleyas são facilmente cultivadas em vasos e, por serem
espécies epífitas, ficam muito bem quando apoiadas nos trocos e galhos
de árvores. Apresentam flores perfumadas que duram em média 30 dias.
O
cultivo de Cattleya é bastante simples. Aprecia boa ventilação, umidade
e muita luz indireta. O substrato ou musgo deve estar sempre úmido,
porém nunca encharcado.
sábado, 20 de maio de 2017
Lc. Chicanery x Blc. Orange Nugget)
Orquídea, minha flor favorita.
Alguns podem olhar para uma flor e dizer: É apenas uma flor, pétalas, sépala, caule, folhas, algumas vezes espinhos, raiz. Mas qualquer flor é muito mais do que isso!
E as orquídeas… ah, quanto mistério essa belissima flor esconde. Admiro muitas flores, das mais simples às mais coloridas, mas nenhuma delas chama a minha atenção como uma intrigante Orquídea. Posso passar um bom tempo fotografando Orquídeas, são flores fotogênicas. E a cada flash, uma nova beleza, um novo misério, que eu não sei explicar.
Sei que são flores lindas e elegantes. Rementem ao amor, a beleza, o luxo e a força.
Um dos mais lindos presentes que já ganhei, foi uma Orquídea, linda demais. Imagine ganahr um Orquídea de surpresa! A flor que eu amo, da pessoa que eu amo!
Alguns podem olhar para uma flor e dizer: É apenas uma flor, pétalas, sépala, caule, folhas, algumas vezes espinhos, raiz. Mas qualquer flor é muito mais do que isso!
E as orquídeas… ah, quanto mistério essa belissima flor esconde. Admiro muitas flores, das mais simples às mais coloridas, mas nenhuma delas chama a minha atenção como uma intrigante Orquídea. Posso passar um bom tempo fotografando Orquídeas, são flores fotogênicas. E a cada flash, uma nova beleza, um novo misério, que eu não sei explicar.
Sei que são flores lindas e elegantes. Rementem ao amor, a beleza, o luxo e a força.
Um dos mais lindos presentes que já ganhei, foi uma Orquídea, linda demais. Imagine ganahr um Orquídea de surpresa! A flor que eu amo, da pessoa que eu amo!
segunda-feira, 8 de maio de 2017
Oncidium Equitante
Mãe
Renovadora e reveladora do mundo
A humanidade se renova no teu ventre.
Cria teus filhos,
não os entregues à creche.
Creche é fria, impessoal.
Nunca será um lar
para teu filho.
Ele, pequenino, precisa de ti.
Não o desligues da tua força maternal.
Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino
de ser mãe
Em ti está presente a humanidade.
Mulher, não te deixes castrar.
Serás um animal somente de prazer
e às vezes nem mais isso.
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.
Tumultuada, fingindo ser o que não és.
Roendo o teu osso negro da amargura.
Cora Coralina
Renovadora e reveladora do mundo
A humanidade se renova no teu ventre.
Cria teus filhos,
não os entregues à creche.
Creche é fria, impessoal.
Nunca será um lar
para teu filho.
Ele, pequenino, precisa de ti.
Não o desligues da tua força maternal.
Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino
de ser mãe
Em ti está presente a humanidade.
Mulher, não te deixes castrar.
Serás um animal somente de prazer
e às vezes nem mais isso.
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.
Tumultuada, fingindo ser o que não és.
Roendo o teu osso negro da amargura.
terça-feira, 18 de abril de 2017
domingo, 9 de abril de 2017
Sophronitis cernua var. rubra (vermelha)
Este gênero foi estabelecido por Lindley, sua etimologia vem do Grego onde Sophron - castos, modesto, pequeno.
Este gênero
possui 9 espécies e tem como características o fato de ter seu porte
pequeno, os pseudobulbos agrupados, o labelo séssil, pequenas asas nas
lateria da estigmática e a coluna pequena com 8 políneas. O colorido de
suas flores é predominantemente vermelho e suas variedades podem possuir
as tonalidades rosa, amarelo, vermelho intenso e alba. A última de
forma rara.
Embora não
seja um gênero muito extenso em variedades, suas cores, tamanho, forma e
delicadeza atraíram o desejo de muitos colecionadores e
hibridizadores.
quinta-feira, 30 de março de 2017
Plus Size com a cor amarelada
Não entendo. Isso é tão vasto
que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não
entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa
quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não
entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e
não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É
um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando
vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos
entender que não entendo.
Clarice Lispector
domingo, 26 de março de 2017
~ Soneto 18 ~
Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Às vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.
William Shakespeare
Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Às vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.
sexta-feira, 24 de março de 2017
Cattleya amethystoglossa var. aurea
O Tempo
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Mario Quintana
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
terça-feira, 21 de março de 2017
Cattleya Fitz Eugene coerulea (C. Portia coerulea 'Sir Jeremiah Coleman' x C. walkeriana coerulea
Quando penso em você me sinto flutuar,
me sinto alcançar as nuvens,
tocar as estrelas, morar no céu...
Tento apenas superar
a imensa saudade que me arrasa o coração,
mas, que vem junto com as doces lembranças do teu ser.
Lembrando dos momentos
em que juntos nosso amor se conjugava
em uma só pessoa, nós...
É através desse tal sentimento, a saudade,
que sobrevivo quando estou longe de você.
Ela é o alimento do amor que encontra-se distante...
A delicadeza de tuas palavras
contrasta com a imensidão do teu sentimento.
Meu ciúme se abranda com tuas juras
e promessas de amor eterno.
A longa distância apenas serve para unir o nosso amor.
A saudade serve para me dar
a absoluta certeza de que ficaremos para sempre unidos...
E nesse momento de saudade,
quando penso em você,
quando tudo está machucando o meu coração
e acho que não tenho mais forças para continuar;
eis que surge tua doce presença,
com o esplendor de um anjo;
e me envolvendo como uma suave brisa aconchegante...
Tudo isso acontece porque amo e penso em você...
William Shakespeare
me sinto alcançar as nuvens,
tocar as estrelas, morar no céu...
Tento apenas superar
a imensa saudade que me arrasa o coração,
mas, que vem junto com as doces lembranças do teu ser.
Lembrando dos momentos
em que juntos nosso amor se conjugava
em uma só pessoa, nós...
É através desse tal sentimento, a saudade,
que sobrevivo quando estou longe de você.
Ela é o alimento do amor que encontra-se distante...
A delicadeza de tuas palavras
contrasta com a imensidão do teu sentimento.
Meu ciúme se abranda com tuas juras
e promessas de amor eterno.
A longa distância apenas serve para unir o nosso amor.
A saudade serve para me dar
a absoluta certeza de que ficaremos para sempre unidos...
E nesse momento de saudade,
quando penso em você,
quando tudo está machucando o meu coração
e acho que não tenho mais forças para continuar;
eis que surge tua doce presença,
com o esplendor de um anjo;
e me envolvendo como uma suave brisa aconchegante...
Tudo isso acontece porque amo e penso em você...
Lc. Tropical Pointer Cheetah
Para Sempre
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Carlos Drummond de Andrade
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
sábado, 18 de março de 2017
Cattleya walkeriana
A fácil adaptabilidade dessa espécie se comprova na maneira como é cultivada. No Brasil, que abriga todos os tipos de clima, temos visto a Cattleya walkeriana cultivada em vasos de cerâmica baixos e furados (chamados piracicabanos), em vasos comuns com xaxim desfibrado, em pequenos pedaços de casca de árvore (peroba, aroeira, ipê, etc.), em casca de pinheiro, em placas de xaxim ou, ainda, em muros de pedra. É uma planta que tolera muito bem a luz solar intensa, porém não direta. Gosta de ambientes úmidos e bastante ventilados, detestando substrato encharcados.
Em Rio Claro (175 km ao norte de São Paulo), resistem muito bem às altas temperaturas de verão (38°C), assim como às baixas temperaturas de inverno (10°C), ocasião em que devem ser protegidas do vento frio do sul e ter suas regas diminuídas.
O pico de floração é no mês de Maio, o que lhe faculta os mais variados cognomes: flor de Maria, flor das noivas, flor das mães, flor de inverno, etc. Após o aparecimento das flores, dá-se a brotação pesada, por volta do mês de Agosto, período em que deve-se intensificar as regas e a adubação para a formação do bolbo vegetativo. É importante lembrar que a Cattleya walkeriana pode florescer em broto especial ou em broto com folha comum (Cattleya walkeriana variedade princeps, que floresce em Setembro).
É uma planta extremamente sensível às divisões (separação de mudas). Para poupá-la, deve-se evitar a floração no ano seguinte à divisão. Com este cuidado, ela economiza forças. Quando a planta mostra os botões, deve-se cortá-los utilizando ferramenta esterilizada para evitar contaminações, vírus ou bactérias. Isto pode ser feito usando-se a chama de um isqueiro ou vela por uns trinta segundos na lâmina da ferramenta.
Nesta espécie, são encontradas as formas tipo lilás, alba (branca), coerulea (azulada), semialba (branca com labelo lilás), lilacínea (rosada), flammea (lilás com riscos púrpura), vinicolor (vinho), entre outras.
quinta-feira, 16 de março de 2017
Catasetum
O nome deste gênero Catasetum é uma palavra híbrida do grego: κατα (kata), que significa “para baixo”, e do latim: seta, que significa “seda”, numa referência a dois apêndices, que são prolongamentos da coluna, semelhantes a antenas voltadas para baixo, no interior do labelo, nas flores masculinas, na maioria das espécies do gênero.
segunda-feira, 13 de março de 2017
Orquídea Cymbidium
Cymbidium é uma espécie que tem como habitat natural altitudes mais
elevadas de clima temperado. Podem ser encontradas na natureza no
sudeste da Ásia, sul do Equador, Australia e nas regiões costeiras da
California.
domingo, 12 de março de 2017
Pink Passion, Cattleya Orchid wallpaper
Quando você mantém um sentimento de
compaixão e bondade algo abre automaticamente sua porta interna. Com
isso, você pode se comunicar facilmente com as outras pessoas. E esse
sentimento de calor cria uma espécie de abertura. Você descobre que
todos os seres humanos são iguais a você e se torna capaz de relacionar
mais facilmente com eles. Isso lhe confere um espírito de amizade. Então
há menos necessidades de escolher as coisas e, conseqüentemente,
sentimentos de medo, dúvida e insegurança se dissipam naturalmente.
Dalai Lama
Cattleya yellow orchid in tropical garden
O sonho encheu a noite
Extravasou pro meu dia
Encheu minha vida
E é dele que eu vou viver
Porque sonho não morre.
Adélia Prado
Extravasou pro meu dia
Encheu minha vida
E é dele que eu vou viver
Porque sonho não morre.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Cattleya Nobilior var. amaliae
As dicas de cultivo desta espécie vêm da observação da sábia natureza. Nas regiões onde elas ocorrem existem dois períodos bem definidos: verão (chuva) e inverno (seca). O que nos leva a crer que estas plantas
necessitam passar por um período de seca antes da floração (entre Maio e
Junho) e conseqúente aumento de regas após a floração em
Agosto/Setembro, quando então produzem seus bulbos vegetativos.
Até hoje nunca foi vista a Cattleya nobilior florir em bulbos com folhas normais. Suas flores saem em bulbos especiais sem folha. Acredita-se que estas plantas possuem algum tipo de carga genética que possibilita a floração em bulbos especiais para economia de energia, por florirem em plena seca.
A maioria dos orquidários as cultivam em cascas de peroba ou algum outro tipo de madeira, materiais que não permanecem molhados por muito tempo.
Até hoje nunca foi vista a Cattleya nobilior florir em bulbos com folhas normais. Suas flores saem em bulbos especiais sem folha. Acredita-se que estas plantas possuem algum tipo de carga genética que possibilita a floração em bulbos especiais para economia de energia, por florirem em plena seca.
A maioria dos orquidários as cultivam em cascas de peroba ou algum outro tipo de madeira, materiais que não permanecem molhados por muito tempo.
Cattleya Brabantiae
Cattleya Brabantiae é um híbrido primário entre Cattleya loddigesii e Cattleya aclandiae! Ela é uma orquídea de porte grande que dá múltiplas flores e é uma planta pouco exigente quanto ao trato, sendo de cultivo bastante simples. Gosta de bastante luz, devendo ser regada uma vez por dia ou uma vez a cada dois dias, e adubada uma vez por semana. Sua bela floração acontece de 1 a 2 vezes por ano com flores bastante vistosas e perfumadas, chamando a atenção inclusive de orquidófilos bastante experientes. Deve-se cultivá-la em vaso de plástico com casca de macadâmia, isopor e carvão vegetal, com britas no fundo do vaso e furos para facilitar a drenagem de água. Gosta de luminosidade, alta umidade do ar e boa drenagem. Planta de fácil cultivo. Deve ser replantada ao fim da floração, quando começar o outono.
cattleya walkeriana
Paulo de Tarso: Ainda que eu falasse as línguas dos...
Ainda
que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor,
seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;
mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;
mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
Laeliocattleya Betty Ford 'York'
Eu quero uma licença de dormir,
perdão pra descansar horas a fio,
sem ao menos sonhar
a leve palha de um pequeno sonho.
Quero o que antes da vida
foi o sono profundo das espécies,
a graça de um estado.
Semente.
Muito mais que raízes. (Exausto)
Adélia Prado
perdão pra descansar horas a fio,
sem ao menos sonhar
a leve palha de um pequeno sonho.
Quero o que antes da vida
foi o sono profundo das espécies,
a graça de um estado.
Semente.
Muito mais que raízes. (Exausto)
Miltoniopsis Linda Lingle 'Kia'aina'
Esse teu olhar
Quando encontra o meu
Fala de umas coisas que eu não posso acreditar...
Doce é sonhar, é pensar que você,
Gosta de mim, como eu de você...
Mas a ilusão,
Quando se desfaz,
Dói no coração de quem sonhou,
Sonhou demais...
Ah, se eu pudesse entender,
O que dizem os seus olhos.
Tom Jobim
Quando encontra o meu
Fala de umas coisas que eu não posso acreditar...
Doce é sonhar, é pensar que você,
Gosta de mim, como eu de você...
Mas a ilusão,
Quando se desfaz,
Dói no coração de quem sonhou,
Sonhou demais...
Ah, se eu pudesse entender,
O que dizem os seus olhos.
Orquídea Miltonia
Anos atrás Miltonia subordinava diversas espécies de clima mais frio, do noroeste daAmérica do Sul e outras da América Central que acabaram por serem removidas para outros gêneros, a maioria para Miltoniopsis, hoje considerados mais próximos de Cyrtochilum. As espécies remanescentes são dez. As espécies deste género são por vezes referidas como orquídeas amores perfeitos, mas as flores das Miltoniopsis são as que mais se assemelham aos amores-perfeitos. É muito comum usar esta designação para qualquer dos géneros, o que pode gerar confusão.
As miltonia assemelham-se mais às onncidiums do que as miltoniopsis. A miltonia mais semelhante a um amor perfeito é a espécie Miltonia spectabilis. Os taxonomistas debatem hoje se deverão juntar o género miltonia ao género oncidium devido aos muitos pontos comuns entre ambos.
As miltonia assemelham-se mais às onncidiums do que as miltoniopsis. A miltonia mais semelhante a um amor perfeito é a espécie Miltonia spectabilis. Os taxonomistas debatem hoje se deverão juntar o género miltonia ao género oncidium devido aos muitos pontos comuns entre ambos.
sábado, 18 de fevereiro de 2017
Orquídeas Cara De Macaco
É uma espécie particular de orquídea cuja
corola, unida aos pistilos e a coloração específica das pétalas, parece
dar forma ao a uma carinha engraçada de um macaquinho. É uma flor considerada muito rara, tanto que poucas pessoas tiveram a sorte de vê-las ao vivo no Equador ou no Peru.
sábado, 11 de fevereiro de 2017
Cattleya
Pela aparência podemos dividir grosseiramente suas espécies em dois grupos principais, as bifoliadas e as unifoliadas.
Além da óbvia diferença citada, as unifoliadas em regra têm porte muito menor, seus pseudobulbos são ovalado-fusiformes e lateralmente achatados, normalmente com menor quantidade de flores mas estas bem maiores. Suas folhas também são maiores. As bifoliadas possuem pseudobulbos cilíndricos que podem ultrapassar um metro de comprimento em algumas espécies, e apresentam flores menores e mais estreitas, mas de modo geral em grande quantidade e com mais substância. Suas folhas são menores e mais largas e ovaladas.
Todas possuem folhas coriáceas e, excetuados muito poucos casos, a floração dá-se do alto do pseudobulbo a partir de uma espata. As flores, de até 10 cm de diâmetro, desabrocham de uma a vinte á partir de inflorescência que emerge de um invólucro protetor chamado espata na base da folha. Durante o ano todo há espécies floridas. Têm o labelo livre da coluna, em algumas trilobado, e então abraçando a coluna, e em outras simples. Em todos os casos o labelo costuma ser muito vistoso e colorido, muitas vezes apresentando cores diversas dos demais segmentos florais. As flores apresentam quatro polínias e podem ser muito perfumadas.
Além da óbvia diferença citada, as unifoliadas em regra têm porte muito menor, seus pseudobulbos são ovalado-fusiformes e lateralmente achatados, normalmente com menor quantidade de flores mas estas bem maiores. Suas folhas também são maiores. As bifoliadas possuem pseudobulbos cilíndricos que podem ultrapassar um metro de comprimento em algumas espécies, e apresentam flores menores e mais estreitas, mas de modo geral em grande quantidade e com mais substância. Suas folhas são menores e mais largas e ovaladas.
Todas possuem folhas coriáceas e, excetuados muito poucos casos, a floração dá-se do alto do pseudobulbo a partir de uma espata. As flores, de até 10 cm de diâmetro, desabrocham de uma a vinte á partir de inflorescência que emerge de um invólucro protetor chamado espata na base da folha. Durante o ano todo há espécies floridas. Têm o labelo livre da coluna, em algumas trilobado, e então abraçando a coluna, e em outras simples. Em todos os casos o labelo costuma ser muito vistoso e colorido, muitas vezes apresentando cores diversas dos demais segmentos florais. As flores apresentam quatro polínias e podem ser muito perfumadas.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Cattleya
É preciso aceitar e perdoar para
seguir em frente.É preciso ter gratidão, mesmo que seja por aquilo que
foi ingrato e que trouxe dor.É preciso seguir em frente e ser maior do
que passou e sempre somar ainda mais.Guardar de bom o que passou e
aprender com o que não foi.
Viver o que não foi vivido, somar e crescer sempre.É preciso acreditar no caminho do bem, do amor e saber que a cada dia ele pode ser ainda maior e mais prazeroso. É preciso perdoar o que não foi bom e aprender.O verdadeiro amor vem e mostra sua essência.O verdadeiro amor liberta e caminha junto com a felicidade. Não aprisiona, ele sempre há de libertar, de despertar.
Viver o que não foi vivido, somar e crescer sempre.É preciso acreditar no caminho do bem, do amor e saber que a cada dia ele pode ser ainda maior e mais prazeroso. É preciso perdoar o que não foi bom e aprender.O verdadeiro amor vem e mostra sua essência.O verdadeiro amor liberta e caminha junto com a felicidade. Não aprisiona, ele sempre há de libertar, de despertar.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
Seindefadenia Mitrata
Seindefadenia Mitrata, originária da Tailândia e em risco de extinção na natureza, chama atenção pela beleza e forma como suas flores se apresentam, normalmente, do final do verão ao início do outono. Emite uma ou mais hastes florais com cerca de 20cm de comprimento cada, portando até 30 flores de 2cm de diâmetro róseo-lilás.
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Cymbidium orchid balcony seeds
A espécie foi descoberta por Olof Swartz em 1799. Seu nome deriva da palavra grega κυμβός (kymbes), que significa "em forma de barco", referindo-se à forma do labelo.
Origem
Cymbidium é uma espécie que tem como habitat natural altitudes mais elevadas de clima temperado. Podem ser encontradas na natureza no sudeste da Ásia, sul do Equador, Australia e nas regiões costeiras da California.Cultivo
Por serem tipicas de clima frio, ao se cultivar um cymbidium torna-se necessario oferecer um clima mais ameno para que a mesma floresça.domingo, 22 de janeiro de 2017
Cattleya pão de açucar
Praticamente todas as orquídeas apresentam frutos capsulares. Eles
claramente diferem em tamanhos, formas e cores. As epífitas apresentam
frutos muito mais espessos com paredes carnosas, espécies terrestres
apresentam frutos mais finos com paredes mais delicadas. Geralmente são
triangulares, mais ou menos arredondados, com números de lamelas que
variam de três a nove. Alguns são lisos outros rugosos ou mesmo cheios
de tricomas, verrugas ou protuberâncias em sua superfície. Os frutos
desenvolvem-se com o engrossamento do ovário na base da flor, o qual
geralmente é dividido em três câmaras. Quando maduro o fruto seca e
abre-se em três ou seis partes ao longo do comprimento, embora não
inteiramente, mantendo-se sempre preso à inflorescência. Boa parte das
sementes logo cai, depositando-se entre as raízes da planta mãe, as
sementes são também amplamente dispersas com o vento por longas
distâncias.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Dendrobium_fimbriatum_oculatum
Eu quero uma licença de dormir,
perdão pra descansar horas a fio,
sem ao menos sonhar
a leve palha de um pequeno sonho.
Quero o que antes da vida
foi o sono profundo das espécies,
a graça de um estado.
Semente.
Muito mais que raízes. (Exausto)
Adélia Prado
perdão pra descansar horas a fio,
sem ao menos sonhar
a leve palha de um pequeno sonho.
Quero o que antes da vida
foi o sono profundo das espécies,
a graça de um estado.
Semente.
Muito mais que raízes. (Exausto)
Dendrobium Spring Dream 'Apollon'
Flor : Dendrobium 'Spring Dream Apollon' produz numerosas flores brancas de março a maio.
Hábito : altura média da planta: 20 - 60 cm.
Crescimento anual médio (altura): 20 - 40 cm.
Água : Dendrobium 'Spring Dream Apollon' precisa ser regado regularmente.
Localização: Prefere qualquer local protegido com sol completo ou sombra parcial.
Temperatura óptima: 16 a 20 ° C; Temperatura ideal durante o período de dormência: 5 a 8 ° C
Demanda do solo: solta.
Uso : Ex. Como flor / planta cortada; Como planta de casa
Dendrobium nobile 'Spring Dream Apollon', comumente chamado Dendrobium 'Spring Dream Apollon', é nativo da China e da Índia.
Cuidados : Para manter o seu Dendrobium 'Spring Dream Apollon' com bom aspecto e no melhor estado de saúde, siga os conselhos dos nossos especialistas:
* Recomendamos repotting orquídeas a cada dois anos, porque seu substrato pode tornar-se pesado e denso no decorrer do tempo.
Hábito : altura média da planta: 20 - 60 cm.
Crescimento anual médio (altura): 20 - 40 cm.
Água : Dendrobium 'Spring Dream Apollon' precisa ser regado regularmente.
Localização: Prefere qualquer local protegido com sol completo ou sombra parcial.
Temperatura óptima: 16 a 20 ° C; Temperatura ideal durante o período de dormência: 5 a 8 ° C
Demanda do solo: solta.
Uso : Ex. Como flor / planta cortada; Como planta de casa
Dendrobium nobile 'Spring Dream Apollon', comumente chamado Dendrobium 'Spring Dream Apollon', é nativo da China e da Índia.
Cuidados : Para manter o seu Dendrobium 'Spring Dream Apollon' com bom aspecto e no melhor estado de saúde, siga os conselhos dos nossos especialistas:
* Recomendamos repotting orquídeas a cada dois anos, porque seu substrato pode tornar-se pesado e denso no decorrer do tempo.
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Vanda híbrido asiático
A Vanda é uma orquídea de origem asiática que necessita de calor e umidade.
Pode florescer até quatro vezes por ano em condições ideais, mas, se a temperatura baixar a 15 graus, ou menos, durante algumas semanas, pode entrar em estado de repouso ou estagnação por vários meses.
Se a temperatura atingir 30 graus ou mais, mantenha o chão bem molhado, para aumentar a umidade relativa do ar nas suas imediações.
Requer muito adubo de forma foliar e radicular, porque suas raízes são aéreas. O adubo deve ter maior teor de fósforo, tipo 15-30-20, pois seu caule precisa crescer para uma nova floração. Suas flores podem durar cerca de 30 dias.
Você pode amarra-la num coqueiro, voltada para o lado norte, ou numa haste comprida, mas, se for plantar em vaso, que ele sirva só de base, nunca enterre suas raízes.
Se uma Vanda adulta, bem enraizada, com folhas de igual dimensão do topo à base, não estressada pelo frio, não florescer, é porque faltou iluminação e ou rega constante com água levemente em dias quentes e secos.
A Vanda deve ser colocada num local onde receba luz filtrada nas horas de sol mais forte e iluminação direta do sol da manhã e do fim de tarde. Não deve haver nenhuma outra planta que lhe faça sombra em qualquer hora do dia.
Pode florescer até quatro vezes por ano em condições ideais, mas, se a temperatura baixar a 15 graus, ou menos, durante algumas semanas, pode entrar em estado de repouso ou estagnação por vários meses.
Se a temperatura atingir 30 graus ou mais, mantenha o chão bem molhado, para aumentar a umidade relativa do ar nas suas imediações.
Requer muito adubo de forma foliar e radicular, porque suas raízes são aéreas. O adubo deve ter maior teor de fósforo, tipo 15-30-20, pois seu caule precisa crescer para uma nova floração. Suas flores podem durar cerca de 30 dias.
Você pode amarra-la num coqueiro, voltada para o lado norte, ou numa haste comprida, mas, se for plantar em vaso, que ele sirva só de base, nunca enterre suas raízes.
Se uma Vanda adulta, bem enraizada, com folhas de igual dimensão do topo à base, não estressada pelo frio, não florescer, é porque faltou iluminação e ou rega constante com água levemente em dias quentes e secos.
A Vanda deve ser colocada num local onde receba luz filtrada nas horas de sol mais forte e iluminação direta do sol da manhã e do fim de tarde. Não deve haver nenhuma outra planta que lhe faça sombra em qualquer hora do dia.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
A maior riqueza do homem
é a sua incompletude.
Nesse ponto sou abastado.
Palavras que me aceitam como sou - eu não aceito.
Não agüento ser apenas um sujeito que abre portas,
que puxa válvulas, que olha o relógio,
que compra pão às 6 horas da tarde,
que vai lá fora, que aponta lápis,
que vê a uva etc. etc.
Perdoai
Mas eu preciso ser Outros.
Eu penso renovar o homem usando borboletas.
Manoel de Barros
é a sua incompletude.
Nesse ponto sou abastado.
Palavras que me aceitam como sou - eu não aceito.
Não agüento ser apenas um sujeito que abre portas,
que puxa válvulas, que olha o relógio,
que compra pão às 6 horas da tarde,
que vai lá fora, que aponta lápis,
que vê a uva etc. etc.
Perdoai
Mas eu preciso ser Outros.
Eu penso renovar o homem usando borboletas.
Clarice Lispector: Das Vantagens de Ser Bobo
Clarice Lispector: Das Vantagens de Ser Bobo
Das Vantagens de Ser Bobo
O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar o mundo. O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: "Estou fazendo. Estou pensando."
Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia.
O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas humanas. O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver. O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski.
Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro. Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranqüilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo não percebe que venceu.
Aviso: não confundir bobos com burros. Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: "Até tu, Brutus?"
Bobo não reclama. Em compensação, como exclama!
Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu. Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz.
O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos. Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil. Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida. Bem-aventurados os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem.
Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!
Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas. É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.
O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar o mundo. O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: "Estou fazendo. Estou pensando."
Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia.
O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas humanas. O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver. O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski.
Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro. Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranqüilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo não percebe que venceu.
Aviso: não confundir bobos com burros. Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: "Até tu, Brutus?"
Bobo não reclama. Em compensação, como exclama!
Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu. Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz.
O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos. Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil. Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida. Bem-aventurados os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem.
Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!
Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas. É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.
Cattleya híbrido
Por serem plantas amplamente conhecidas e cultivadas sua
classificação tem despertado acalorados debates desde o ano 2000, quando
foi proposta nova classificação por Van den Berg & M.W.Chase,
baseando se em resultados de análises moleculares. Este estudo mostrou
que as espécies então conhecidas como Laelia brasileiras têm muito mais em comum com as Cattleya e Sophronitis do que com as Laelia da América Central.
Ou seja, não mais seria possível manter ambas no mesmo gênero, a não
ser que fosse criado um gênero muito extenso, incluindo todos os gêneros
que se situam entre os dois grupos de Laelia. As espécies tradicionalmente classificadas como Sophronitis estariam inseridas entre os gêneros que Guy Chiron e Vitorino P. Castro tratam como Dungsia e Hadrolaelia.
Como o grupo da América Central tem primazia sobre o nome Laelia, Van den Berg & Mark W. Chase optaram por transferir estas espécies para o gênero mais próximo, Sophronitis. Dentre seus motivos citam a vantagem de não dividir as espécies em gêneros menores com pouca variação genética, onde as relações de parentesco seriam perdidas, a praticidade de utilizar um gênero já bem conhecido e o razoável tamanho do gênero resultante, com cerca de sessenta espécies, e finalmente, como as análises ainda não estavam completamente concluídas, algumas das espécies poderiam trocar de posição nos cladose teriam de mudar de gênero novamente caso os grupos de espécies fossem divididos por gêneros menores. Sendo todas Sophronitis isto não será necessário. Assim, em adição às espécies pequenas e vermelhas, Van den Berg propôs que o gênero Sophronitis incluisse também todas as espécies de Laelia do Brasil.
Em 2002, taxonomistas brasileiros e franceses, descontentes com a proposta de Van den Berg e Mark W. Chase, considerando a variedade dessas plantas suficiente para a criação de gêneros independentes, apresentaram proposta alternativa de classificação das espécies brasileiras de Laelia em quatro diferentes gêneros menores e com mais afinidade morfológica, e subordinaram a um deles, Hadrolaelia, parte das Sophronithis tradicionais, mantendo Sophronitis somente as espécies similares à espécie tipo.
Em março de 2008, Cássio van Berg, devido a novos problemas verificados na classificação filogenética deste grupo de espécies, foi proposta a inclusão de todas as Sophronitis e ex- Laelia brasileiras em Cattleya. Baseia esta proposta nos resultados de suas mais recentes análises moleculares que situam algumas espécies de Cattleya e outras de Sophronitis sensu Van den Berg intercaladas nos clados. Justifica ser esta a melhor solução para evitar a criação de novos nomes no futuro quando o real relacionamento entre estas espécies for finalmente desvendado.
Como o grupo da América Central tem primazia sobre o nome Laelia, Van den Berg & Mark W. Chase optaram por transferir estas espécies para o gênero mais próximo, Sophronitis. Dentre seus motivos citam a vantagem de não dividir as espécies em gêneros menores com pouca variação genética, onde as relações de parentesco seriam perdidas, a praticidade de utilizar um gênero já bem conhecido e o razoável tamanho do gênero resultante, com cerca de sessenta espécies, e finalmente, como as análises ainda não estavam completamente concluídas, algumas das espécies poderiam trocar de posição nos cladose teriam de mudar de gênero novamente caso os grupos de espécies fossem divididos por gêneros menores. Sendo todas Sophronitis isto não será necessário. Assim, em adição às espécies pequenas e vermelhas, Van den Berg propôs que o gênero Sophronitis incluisse também todas as espécies de Laelia do Brasil.
Em 2002, taxonomistas brasileiros e franceses, descontentes com a proposta de Van den Berg e Mark W. Chase, considerando a variedade dessas plantas suficiente para a criação de gêneros independentes, apresentaram proposta alternativa de classificação das espécies brasileiras de Laelia em quatro diferentes gêneros menores e com mais afinidade morfológica, e subordinaram a um deles, Hadrolaelia, parte das Sophronithis tradicionais, mantendo Sophronitis somente as espécies similares à espécie tipo.
Em março de 2008, Cássio van Berg, devido a novos problemas verificados na classificação filogenética deste grupo de espécies, foi proposta a inclusão de todas as Sophronitis e ex- Laelia brasileiras em Cattleya. Baseia esta proposta nos resultados de suas mais recentes análises moleculares que situam algumas espécies de Cattleya e outras de Sophronitis sensu Van den Berg intercaladas nos clados. Justifica ser esta a melhor solução para evitar a criação de novos nomes no futuro quando o real relacionamento entre estas espécies for finalmente desvendado.
Cattleya híbrido
De modo geral são plantas pouco exigentes, apropriadas para quem
deseja iniciar uma coleção de orquídeas. As dicas de cultivo a seguir
são condições recomendadas para o sudeste do Brasil, assim moradores de
outras regiões devem adaptá-las às suas condições locais. Alertamos
ainda que as espécies provém de muitas regiões diferentes assim é
recomendável informar-se também se cada espécie em particular tolera o
cultivo sugerido a seguir.
São plantas que apreciam bastante luz, recomendando-se sombra aproximada de sessenta porcento; temperaturas variando diariamente entre 10-12°C, diurnas entre 25-30°C e noturnas entre 14-15°C; sempre lembrando que espécies de altitude toleram muito mais variações de temperatura que espécies amazônicas; umidade acima de cinquenta porcento e boa ventilação; regas abundantes sempre que o substrato estiver completamente seco, mas com boa drenagem de modo que este não permaneça úmido mais que algumas horas após a rega; adubação semanal, mas bastante diluída é recomendada. Na época em que a planta não esteja apresentando crescimento vegetativo tanto a adubação como as regas devem ser diminuídas.
Para o nordeste como o calor e a luz são em excesso, deve-se sempre ter o cuidado de criar barreiras para diminuir a luz (telas de contenção de luz) e o calor do ambiente (molhando-se o chão do local de cultivo para a conservação das temperaturas mais amenas) continua a recomendação acerca da manutenção das regas, não permanecendo o substrato úmido por mais de algumas horas, utilizar substratos de boa constância da umidade, carvão vegetal, chips de coco seco lavados (para a retirada do tanino), casca de pinus e brita, utilizando vasos de plastico para as que precisam de maior umidade, barro para as que precisam de menor umidade ou ainda o uso de cachepots, para a maioria das unifoliadas, no caso da maior parte das bifoliadas, necessidade maior de "raízes nuas", geralmente as plantas devem colocadas em tocos de madeira, (Sabiá também conhecido como sansão do campo Mimosa caesalpineafolia).
São plantas que apreciam bastante luz, recomendando-se sombra aproximada de sessenta porcento; temperaturas variando diariamente entre 10-12°C, diurnas entre 25-30°C e noturnas entre 14-15°C; sempre lembrando que espécies de altitude toleram muito mais variações de temperatura que espécies amazônicas; umidade acima de cinquenta porcento e boa ventilação; regas abundantes sempre que o substrato estiver completamente seco, mas com boa drenagem de modo que este não permaneça úmido mais que algumas horas após a rega; adubação semanal, mas bastante diluída é recomendada. Na época em que a planta não esteja apresentando crescimento vegetativo tanto a adubação como as regas devem ser diminuídas.
Para o nordeste como o calor e a luz são em excesso, deve-se sempre ter o cuidado de criar barreiras para diminuir a luz (telas de contenção de luz) e o calor do ambiente (molhando-se o chão do local de cultivo para a conservação das temperaturas mais amenas) continua a recomendação acerca da manutenção das regas, não permanecendo o substrato úmido por mais de algumas horas, utilizar substratos de boa constância da umidade, carvão vegetal, chips de coco seco lavados (para a retirada do tanino), casca de pinus e brita, utilizando vasos de plastico para as que precisam de maior umidade, barro para as que precisam de menor umidade ou ainda o uso de cachepots, para a maioria das unifoliadas, no caso da maior parte das bifoliadas, necessidade maior de "raízes nuas", geralmente as plantas devem colocadas em tocos de madeira, (Sabiá também conhecido como sansão do campo Mimosa caesalpineafolia).
domingo, 15 de janeiro de 2017
Cattleya dowiana var. rosita 'Miami
valorização local das espécies
C. dowiana representa uma espécie emblemática para o cantão de Turrialba ( Costa Rica ), onde os espécimes são conhecidos por serem capazes de produzir mais de oito hastes de flores em uma única ocasião e chegar a um número maior de 100 folhas; É uma coleção muito comuns e tradicionais de orquídeas moradores da planta. É um emblema e símbolo para Turrialba, uma imagem deste adorna o escudo municipal. O nome comum dado a esta planta é "guaria Turrialba", no entanto, este termo é sempre reduzido a "guaria Turrialba" coloquialmente por moradores. Esta planta é conhecida como a "Rainha das orquídeas", de modo que este título tem atraído a atenção de muitos fãs de cultivo de orquídeas.
sábado, 14 de janeiro de 2017
Rhynchostylis Gigantea Spots
~ Soneto 18 ~
Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Às vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.
William Shakespeare
Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Às vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Orquídea Vanda azul (Vanda coerulea), ou orquídea do Outono Tranças da Senhora
Com licença poética
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
-- dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
Adélia Prado
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
-- dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Blc. Waianae Leopard 'Ching Hua'
Este híbrido foi originalmente nomeado em 1991 e é o resultado do cruzamento entre Blc. Peach Kobbler e C. Peeny Kurroda.
Este é um dos Cattleyas de florescência do verão com o hábito compacto
da planta do bifoliate e as flores muito cerosas coloridas no tan com
spotwith vermelho-borgonha com um bordo magenta. As flores são duradouras e são maravilhosamente perfumadas. As plantas cobrem em maio e produzem seus picos de flores no final de julho a agosto.
Cattleya híbrido
Em MEU IRMÃO MAIS VELHO, ela diz:
“Tiraram-lhes a liberdade de culto, o direito de abrir as portas do
templo, para cantar louvores ao Criador, para buscarem junto o consolo
da prece em comum, da meditação nas santas promessas, remédio para um
coração em pedaços, da Pátria escravizada. Não mais a alegria de contar,
à futura geração, a história daquele outro menino, que nasceu numa
manjedoura, conversou com doutores, e brincou nas ruas de Nazaré. Que
bom lembrar-te Jesus, como meu irmão mais velho. Distribuindo entre nós
tão menores a herança tua por direito. (...) Meu irmão, eternamente
jovem, infinitamente forte, todo Amor: Obrigado, pela parte na herança,
pelo lugar na família, e pelo doce nome de CRISTÃO.
Myrtes Mathias
Cattleya híbrido
Chega de Saudade
Vai, minha tristeza, e diz a ela
Que sem ela não pode ser
Diz-lhe, numa prece, que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade, a realidade é que sem ela
Não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
Mas, se ela voltar, se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei na sua boca
Dentro dos meus braços
Os abraços hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio de viver longe de mim
Não quero mais esse negócio de você viver assim
Vamos deixar desse negócio de você viver sem mim
Vinicius de Moraes
Vai, minha tristeza, e diz a ela
Que sem ela não pode ser
Diz-lhe, numa prece, que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade, a realidade é que sem ela
Não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
Mas, se ela voltar, se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei na sua boca
Dentro dos meus braços
Os abraços hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio de viver longe de mim
Não quero mais esse negócio de você viver assim
Vamos deixar desse negócio de você viver sem mim
Cattleya ametistoglossa híbrido
Poética
De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.
A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte.
Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem
Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
– Meu tempo é quando.
Vinicius de Moraes
De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.
A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte.
Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem
Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
– Meu tempo é quando.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Cattleya cruzamento
Apesar da grande maioria das espécies não serem vistosas, o formato intrigante de suas flores
é muito atrativo aos aficcionados que prestam atenção às espécies
pequenas. Como nenhuma outra família de plantas, as orquídeas despertam
interesse em colecionadores que ajuntam-se em associações orquidófilas, presentes em grande parte das cidades por todo o mundo. Estas sociedades geralmente apresentam palestras
frequentes e exposições de orquídeas periódicas, contribuindo muito
para a difusão do interesse por estas plantas e induzindo os
cultivadores profissionais a reproduzir artificialmente até espécies que
poucos julgariam ter algum valor ornamental, contribuindo para diminuir
a pressão sobre a coleta das plantas ainda presentes na natureza.
Vanda asiática
A Vanda é uma orquídea de origem asiática, costuma ser encontradas em regiões pantanosas, semelhante a mangues, onde, mesmo quando não chove, a umidade do ar é muito alta. Pelas características dessa região é fácil imaginar qual o ambiente ideal para ela: calor, muita luz, ventilação(circulação do ar), água e muita umidade.
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